Porque na Rádio Vizela a gratidão não é uma palavra vã

Armindo Faria

2016-06-23

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Quis o destino que, em dia de Santo António, no ano de 1986, as profundezas da vontade e da alma de um Povo indomável, tivesse nascido a Rádio Vizela.
A qual, como determinam os seus Estatutos, entre outras, tem por missão “a defesa e promoção em geral da música e cultura portuguesa, nomeadamente através da sua divulgação e difusão na região dos vales do Vizela e do Sousa e do incentivo aos, novos e já consagrados, artistas locais e nacionais”
    Em tempo de aniversário, neste caso celebrando o trigésimo, uma vez mais fomos de encontro ao nosso Público para com ele, honrarmos uma das razões da nossa existência e, bem assim, festejarmos a maturidade já alcançada por uma estação radiofónica que sabe o que quer e, sobretudo, sabe para onde vai. 
Quero aproveitar este espaço para, de forma geral e universal, prestar o nosso profundo e penhorado agradecimento a todos quantos, nomeada e designadamente os nossos Funcionários, Cooperadores, Colaboradores, Parceiros, Patrocinadores e, sobretudo, o nosso inestimável Público que, comparecendo massivamente (não sabemos quantos milhares foram, mas, também, o número pouco importa), amável e desprendidamente nos ajudaram de novo a “fazer acontecer”.
Tarefa a que, ancorados na inquebrantável força de carácter e de rigorosa independência, de quem serve todas as valências da Rádio Vizela-Cooperativa de Radiodifusão, CRL, quase universalmente reconhecidas, nos propomos firmemente garantir e dar continuidade, imunes à quaisquer pressões, ironias ou maliciosos sorrisinhos da aleivosia, mas vazia de conteúdo, resultante da improvável coligação dos inseguros que, unidos na insídia da suspeição teimam em não enxergar um palmo à frente dos seus próprios narizes.
Obrigado, pois, por acreditarem e gostarem da Rádio Vizela.
Aceitem todos a nossa respeitosa homenagem e gratidão.