Nem só de pão vive o Homem

José Borges

2018-02-08

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Meus caros amigos leitores, a roda girou e chegou a minha vez de ocupar este espaço, que a direção desta publicação gentilmente me proporciona, para regularmente poder refletir com todos vós acerca do fenómeno social e desportivo. Faço-o com enorme prazer e satisfação. Como dizia um célebre escritor, “escrever, é como ir para a cama com uma bela mulher”. Não vou tão longe, mas que me dá um certo gozo, debitar para o papel, aquilo que me assalta a alma, lá isso dá. Depois deste introito, surge-me a ideia, de que será necessário relembrar de que nem só de pão vive o homem, e insistir na importância da atividade desportiva, para que a sociedade, se desenvolva de forma saudável e equilibrada. A sua prática, deve ser abrangente, e conforme o estabelecido pelos princípios consagrados na sua carta universal, à mesma devem ter acesso de forma livre, todas as classes, independentemente do seu estado social, género ou geração. Cabe às Autarquias locais, estabelecer políticas, que visem dotar o seu espaço territorial de estruturas capazes de promover e incrementar tais práticas. Confirmou-se, o propósito da Autarquia Vizelense, em patrocinar obras, que têm por objetivo, construir campos sintéticos nas freguesias do Concelho, que ainda não beneficiam desses espaços, assim como continuar a apoiar os Clubes e Associações, que proporcionam às suas comunidades a hipótese da prática desportiva. Foi também pública a afirmação do Sr Presidente do Município, em patrocinar a construção dos balneários no Complexo Desportivo do F C de Vizela, que se destinam às escolas de formação do Clube. Ainda no âmbito dos anúncios e dos propósitos, vai o aplauso para a iniciativa camarária, que visa homenagear o Sr Fernando da Costa Vieira, doador dos terrenos onde foi construído o Complexo Desportivo do Vizela, dando o seu nome à rua envolvente ao mesmo. Trata-se de um gesto nobre e de reconhecida justiça, que não deve merecer qualquer constrangimento por parte da Comissão de Toponímia do Concelho. 
Deixo aqui, e de forma repetida, o apelo às nossas entidades e sobre as quais recai a responsabilidade de gerir os parques de lazer para as crianças distribuídos pela nossa Cidade, para que avaliem o lastimável estado de conservação de alguns deles. As nossas crianças são as flores do nosso jardim. Saibamo-las estimar e sobretudo proteger.