Editorial 08 de março de 2018

Fátima Anjos

2018-03-08

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1. Gala Rádio Vizela
Obrigada a todos aqueles que de, alguma forma, tornaram possível a realização da 5ª Gala Rádio Vizela, a noite em que Vizela mostrou, efetivamente, que sabe honrar a sua história, tendo sido a noite que marcou o arranque das comemorações do 20º Aniversário do concelho e em que vimos o seu povo reconhecido ao receber o Prémio Consagração.

Não há qualquer dúvida de que sozinha, a Rádio Vizela nunca poderia ter concretizado aquele espetáculo e, por isso, nunca será demais agradecer a todos aqueles que se juntaram a nós, formando uma equipa alargada e muito mais capaz, mostrando que as gentes de Vizela continuam unidas, quando o objetivo é comum - engrandecer o nome de Vizela, reconhecendo o mérito das suas gentes.

2. Dia Internacional da Mulher
Não sou feminista, porque nunca percebi muito bem o que é isso implicaria. Prefiro ficar desligada de conceitos pré-definidos, mantendo-me de espírito livre, sobretudo, livre para poder mudar de opinião. Sim, porque isso também acontece.

Quando olho para os que me rodeiam, os amigos, os colegas de trabalho, as centenas de pessoas que se cruzam comigo por circunstâncias profissionais, não vejo mulheres, nem homens, vejo pessoas. E delas exijo, como devem exigir de mim, respeito e igualdade no tratamento.

Se faz sentido assinalar este dia? Defendo que sim, porque, infelizmente, a realidade vivida no nosso meio não é aquela que se verifica no mundo inteiro. Todos sabemos que ainda existem neste planeta situações completamente degradantes, com milhares de mulheres a serem sujeitas ao pior que pode haver neste mundo.

Mas neste dia 08 de março, quero-vos falar da mulher como um dos grandes pilares das nossas famílias - a mulher cuidadora, aquela que está sempre lá para garantir o nosso bem-estar e a nossa felicidade. A mulher-mãe. Sim, aquela que detém o milagre do tempo e faz o seu dia parecer ter 48 horas. Sim, também reclama. Diz que está cansada, que vai ficar velhinha muito cedo, mas a verdade é que facilmente esquece estas lamúrias. E no dia seguinte, começa tudo de novo… À maioria das mulheres, reconheço uma grande capacidade de amar e de se sacrificar pelos seus. Mas se não há pessoas perfeitas, também não há géneros perfeitos.