CONVERGÊNCIAS

José Borges

2019-01-17

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Registei, e para reflexão reproduzo neste espaço, o desabafo dum associado do F C de Vizela, no final do jogo, em que a sua equipa foi derrotada em casa pelo seu eterno opositor e rival Fafe. “Algum dia tinha que ser e foi hoje. Espero que se retire algo desta derrota”. 

Ora aí está uma observação racional e reveladora de bom senso por parte do seu emissor. De facto, no culminar da primeira volta do campeonato, que concentra em si as atenções dos autênticos vizelenses, a equipa azul, confirmou uma das teses que definem esta modalidade. Os resultados são sempre imprevisíveis e é nessa imprevisibilidade, que mora o interesse e o atrativo de cada jogo. Contudo, e a jogar perante os seus dedicados adeptos, o Vizela deverá sempre superar os seus opositores na intensidade, e na vontade de dominar as incidências dos jogos. 

Existe uma vontade coletiva de recolocar o Clube nas competições profissionais e esse será um propósito, que a concretizar-se, será um prémio merecido para todos aqueles, que no dia a dia, tudo fazem, para que nada falta à estrutura que suporta a competição. Estou a referir-me obviamente à direção da SAD, na pessoa do seu presidente Diogo Godinho, à sua equipa e muito especialmente ao investidor sr. Edmund Chu, que deste espaço saúdo em nome dos associados e adeptos do Vizela na espectativa, que este seja um “casamento” de sucesso, do qual resultarão muitas alegrias para todas as partes. Saúde-se e registe-se com agrado a sã convivência e a convergência de interesses entre a direção do Clube na pessoa do seu presidente Eduardo Guimarães e a SAD. 

Concentrem-se energias e vontades de todos, onde forçosamente estão incluídos os associados e adeptos do Clube, e o tão ambicionado objetivo poderá estar ao alcance. 

Também será necessária alguma sorte, mas relembro, que a sorte dá muito trabalho.

Deixar para trás o campeonato mais cruel dos quadros competitivos nacionais, merece o esforço e o empenho de todos. Que todos assumam as suas responsabilidades.