Combate à UE e na defesa dos trabalhadores no poder local

José Manuel Faria

2017-06-08

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Os trabalhadores devem cortar com as políticas europeias no norte rico e do sul subdesenvolvido altamente divergentes social e economicamente. Quebrar o ciclo de empobrecimento e romper o programa de governo do PS com apoio negociado do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista com dúvidas à União Europeia e ao euro. As organizações europeias dogmáticas e imperialistas, nunca terminaram a ameaça e a chantagem ao nosso povo. A “coligação” das esquerdas revisionistas mantêm à mesma o garrote europeu capitalista (desemprego e aperto dos juros da dívida). A democracia socialista exige que seja o povo e o seu governo a implementar a economia e a dominar a finança.

O Primeiro/Ministro, António Costa, defende um País no “clube” da frente com Europa a diversas velocidades sócio/económicas (privatizações, endividamento e empobrecimento) assim como apêndice norte/americano de política de defesa na OTAN com Santos Silva ao leme.
2 – Existe uma forte importância do povo participar no poder local – eleições autárquicas -, levando as suas experiências pessoais e políticas nas defesas dos trabalhadores, pela dignidade dos cidadãos e pelo combate feroz à corrupção, tráfico de influências e especuladores financeiros. Defendendo uma democracia radical onde o referendo seja prática usual, a ecologia (água e património natural) como primado, assim como a defesa intransigente do Serviço Nacional de Saúde, educação pública e justiça igualitária. Defesa da diminuição das taxas de IRS e outros impostos. Combate à fuga ao fisco e aos patrões fraudulentos. Defesa do Socialismo. O – contacto directo; – sessões de esclarecimento; – redes sociais; – comunicação social escrita e falada; – criação de núcleos de apoiantes; – exigir temos de antena nas rádios locais são factores fundamentais.