Pedra e mau tempo atrasam Vila Desportiva do Moreirense

Vítor Magalhães aguarda pelo final da terraplanagem para a construção de três campos

A construção da Vila Desportiva do Moreirense continua em marcha, mas está mais atrasada do que aguardavam os responsáveis do clube de Moreira de Cónegos. Um atraso que se deve à enorme quantidade e ao volume das pedras extraídas do subsolo no decorrer da terraplanagem.  Vítor Magalhães, presidente do Moreirense assume que que já contava com muita pedra, naquele terreno, mas não tanta. “Já saíram dali milhares de camiões de pedra”, afirma o dirigente.  A juntar a tudo isto estiveram as questões meteorológicas, “a chuva não deu tréguas nos últimos meses e também não nos deixou trabalhar”, acrescenta.

A direção do clube tinha planeado ter os três primeiros campos construídos em setembro passado, dois de relva natural e outro sintético, no entanto o certo é que continuam as terraplanagens. “Já passaram alguns meses desde a data por nós definida e continua a sair pedra, o que nos atrasou”. E não se trata apenas do atraso, como refere o dirigente, pois como assumiu “os custos também aumentaram e de que maneira”.

Ainda assim a obra continua, com o intuito de acabar o mais rapidamente possível, a terraplanagem, para depois acelerar o processo. A incerteza em relação à sua conclusão permanece e Vítor Magalhães prefere não apontar uma previsão, em relação à data para a conclusão dos campos. Afirma, no entanto, que o clube já adquiriu o tapete sintético, que está guardado, à espera de ser colocado.  

Refira-se que a Vila Desportiva do Moreirense está a ser construída perto do Parque de Jogos Joaquim Almeida Freitas, será construída por fases, terá quatro campos de futebol no total, um edifício com 20 quartos e ainda um ginásio e outras valências. Além de proporcionar melhores condições de trabalho à equipa Sénior, será igualmente um espaço para ser utilizado pelas camadas de formação do clube de Moreira de Cónegos.