Parque de Estacionamento das Termas alvo de intervenção

De seguida vai ser intervencionada uma das piscinas e o acesso ao balneário vai mudar.

“É a Tesal que está a fazer as obras, podem confirmar isso mesmo”, começou por dizer Victor Hugo Salgado. Nesta altura, a intervenção passa pela requalificação do parque de estacionamento, mas a seguir, de acordo com o presidente da Câmara de Vizela, vai proceder-se à “conclusão de uma das piscinas com maior significado do ponto de vista termal na Península Ibérica - que é a piscina que irá permitir ter um maior crescimento no número de aquistas vindos a Vizela -, e em terceiro, e muito importante, é o acesso ao balneário deixar de ser feito pela porta inferior, deixar de ser feito pelo espaço do Cine-parque, e passar a ser feito pela entrada que até aqui era utilizada”. “Assim sendo, o nosso objetivo é concluir todo este processo e demos todos os passos para que isto acontecesse”. Os passos a que se refere o edil vizelense foram as reuniões de trabalho tidas com a Companhia de Banhos de Vizela, com o Grupo Tesal, empresa que está a explorar o Complexo Termal local, e no Gabinete do Secretário de Estado do Turismo. Só a partir daqui, refere Victor Hugo Salgado, foi possível “delinear uma estratégia”. “E a nossa estratégia é que até ao final deste primeiro semestre, em particular durante o mês de junho, haja a reabertura total das Termas, uma requalificação total das Termas, e um funcionamento integral das Termas”.

O presidente da CMV também abordou a passagem de uma das alas do Complexo Termal para o Município, até 2031: “Isso foi conseguido a custo zero, o que é uma grande mais-valia para a Câmara Municipal e para o próprio concessionário. O segundo ponto é negociar a dívida com a Tesal e criar a obrigação de abrir o balneário na sua plenitude até ao final deste semestre. Estou convicto que dentro em breve, finalmente, e depois destes anos todos [vamos] conseguir abrir definitivamente o balneário termal”. Só assim, disse Victor Hugo Salgado, será possível “pôr cobro a um período que foi de 2013 a 2017 onde a Câmara Municipal de Vizela andou absolutamente desnorteada sobre esta matéria, não teve sentido nem forma de estar, não esteve preocupada com uma solução”.