Movimento responde a comunicado do PS Vizela

Depois do comunicado dos socialistas emitido ontem, eis a resposta do Movimento.

O Movimento Vizela Sempre (MVS) veio reagir, em comunicado, à nota emitida ontem pelo Partido Socialista (PS), começando por referir que “nunca foi por iniciativa do movimento que esta troca de acusações se iniciou e, por culpa do PS, se vem alimentando”, lê-se. A estrutura diz que nada mais lhe resta se não “esclarecer e corrigir determinadas inverdades”, face aos “ataques e suspeições lançadas pelo PS Vizela”. “O MVS reitera a posição assumida por Victor Hugo Salgado sobre a última reunião de Câmara e as propostas aprovadas, já expressa publicamente num dos comunicados” anteriormente emitidos, onde refere que “o candidato independente já demonstrou que está – e sempre esteve – a favor do desenvolvimento de Vizela e da melhoria das condições de vida dos Vizelenses, quer seja através da execução de obras públicas, do investimento, público ou privado, do apoio aos motores do desenvolvimento do nosso concelho ou do apoio às instituições que desenvolvem a sua atividade em prol de Vizela e dos vizelenses”, lê-se.

O MVS acrescenta ainda que, com o último comunicado dos socialistas, “fica clara a estratégia do candidato João Ilídio Costa para a sua equipa de trabalho” e que o candidato do PS, “depois de colocar como número dois da sua lista Dora Gaspar e de ter nomeado, às escondidas, João Polery para mandatário das suas candidaturas, no seu último comunicado não desmentiu, antes assumiu tacitamente que João Polery seria o seu chefe de Gabinete, caso ganhasse as eleições”, atira o Movimento.Aquela estrutura diz que João Ilídio Costa, “que ao longo da campanha eleitoral tanto tem criticado a atividade de Dinis Costa, acaba por apresentar para lugares fundamentais do seu executivo os que até aqui eram o “braço direito” deste”.

Refere o comunicado que, em 2013, o PS “não reconheceu qualquer mais-valia à integração de João Polery nas listas”, motivo pelo qual “este nem sequer foi colocado em qualquer lista, câmara ou assembleia municipal, aparecendo apenas como nomeado político e para chefe de Gabinete, como dado consumado e por decisão unilateral do presidente da Câmara, Dinis Costa, que não consultou absolutamente ninguém, muito menos o Mário José Oliveira”.Finaliza afirmando que tem “muito mais que fazer do que alimentar fobias de quem, doentiamente, precisa de atenção”, sendo que o seu líder, Victor Hugo Salgado, está, como sempre esteve, disponível para debater os assuntos de real e verdadeira importância para o concelho de Vizela e suas gentes”.