Hospital de Guimarães aumenta produção

Segundo o Hospital, os números apresentados em comunicado são os melhores dos últimos cinco anos.

“Os números apurados nas principais linhas de produção, referentes ao mês de janeiro, permitem visualizar um aumento generalizado no Hospital da Senhora da Oliveira, Guimarães, em relação aos anos anteriores. Efetivamente, a atividade produtiva relativa a cirurgias, consultas, internamentos, atendimentos no Serviço de Urgência e mesmo o número de recém-nascidos foi a mais elevada nos últimos cinco anos”, assim inicia o comunicado emitido esta tarde pela unidade hospitalar.

O Hospital de Guimarães, ao nível de cirurgias, anuncia que “foram realizadas 1620 no passado mês de janeiro. Um aumento substancial e o número mais elevado de cirurgias nos últimos cinco anos. Quanto às Consultas Externas, o número ficou em 26.229. Aqui também um aumento significativo em relações aos últimos anos”. Mas há mais. “No número de Internamentos, no mês de janeiro, 2115 pessoas foram internadas no Hospital. Quanto aos atendimentos no Serviço de Urgência, também houve um aumento, tendo sido atendidas 11.852 pessoas. Apenas em janeiro de 2014 houve um número aproximado deste, ainda assim mais baixo. No que toca a recém-nascidos, nasceram 179 crianças no mês de janeiro de 2018 na maternidade do Hospital. Também aqui verificou-se o número mais elevado de nascimentos dos últimos cinco anos”.

Para o presidente do Conselho de Administração do Hospital, Delfim Rodrigues, - segundo se lê no comunicado – “estes dados referentes ao mês de janeiro demonstram que o Hospital está a crescer”. “Temos feito apostas de desenvolvimento quantitativo e qualitativo em várias áreas de atuação. Estes números espelham isso mesmo”.

O responsável acrescenta que estes números só são possíveis devido ao “desempenho notável dos profissionais do Hospital que (…) demonstram capacidade de resposta adequada às necessidades dos cidadãos. Manifesto público agradecimento a todos os colaboradores do Hospital por estes resultados, sem par nos últimos cinco anos”.