Depois da Carlota sociedade vimaranense une-se pela Cidália

Diagnóstico a um cancro da mama chegou tarde, mas há uma esperança.

Depois do caso Carlota, há um outro que está a mobilizar a comunidade do concelho de Guimarães por estes dias. É o caso de Cidália Oliveira, de 40 anos de idade, mãe de dois filhos, um deles ainda bebe, a quem o diagnóstico de cancro da mama chegou tarde. Apesar de vimaranense, a enfermeira está emigrada em França e a revelação deixou em choque a comunidade que ficou sensibilizada com a história. O tumor foi encoberto por uma gravidez e Cidália Oliveira já fez todos os tratamentos de quimioterapia possíveis, mas sem qualquer sucesso. Quando tudo parecia perdido, eis que surge uma luz de esperança, isto é, um tratamento de células denditricas. Cidália Oliveira foi aceite para se submeter a este tratamento na Alemanha, e começou ontem a frequentar as consultas. O problema surge aqui. O tratamento é muito dispendioso e há o risco de não o conseguir terminar. Daí que tenha decido tornar pública a sua história. Há uma página oficial no facebook - “Cidália: Peço a vossa ajuda” - e é lá que se encontra o NIB da conta para onde poderá contribuir, assim como todos os contactos necessários.

Além disso, a comunidade já se vai organizando. No domingo, dia 09 de dezembro, está já marcada uma caminhada solidária em Santa Eufémia de Prazins, Guimarães, com concentração no Centro Cívico, às 09h45. A inscrição é de 4 euros, e toda a verba reverte para a causa de Cidália.