Casa do Povo aguarda obras no exterior do edifício

Em 2018 foi grande o investimento no interior. Este ano, esperam-se por obras no exterior, prometidas pela CMV.

A Casa do Povo de Vizela reuniu em Assembleia Geral este domingo, onde analisou e votou o Relatório e Contas do ano passado. Em 2018, a instituição foi gerida na base do rigor financeiro olhando ao investimento que já previa no aniversário dos 75 anos da Casa do Povo. O ano fechou com um saldo positivo de 6 mil 671 euros que transitam assim para 2009.

Um ano que o presidente Júlio César Ferreira espera que fique marcado pela tão aguardada e prometida requalificação exterior do local onde se encontra a sede social da Casa do Povo. O responsável disse mesmo que espera que o próximo S. Pedro – festa popular – já seja festejado no novo recinto. Em causa está o alargamento do mesmo, disse Júlio César Ferreira. “Há mais de dois anos que nos prometem obras no exterior, estamos em contacto com a Câmara Municipal e espero que, a partir daqui, as coisas decorram de forma mais rápida”, referiu ainda.  

Outro dos temas debatidos na sessão foi a redução e verba proveniente de subsídios camarários, fruto da desagregação da modalidade de Ténis de Mesa – que passou para a alçada do Desportivo Jorge Antunes. A Casa do Povo conta agora com a seção de Damas, uma modalidade diferente mas com competição no exterior que provoca gastos que o clube suporta. “A forma de atribuição de subsídios por parte da Câmara até é correta mas prejudica uns e beneficia outros, que para além desta ajuda ainda recebem dos pais dos atletas”, referiu o presidente da Direção. Posto isto, e olhando ao papel cultural que a Casa do Povo desempenha na promoção do nome de Vizela, a Direção da instituição avançou que irá, no futuro, apresentar à autarquia um plano detalhado dos torneios da modalidade. “Nós também temos muitos gastos”, disse Júlio César Ferreira.